
APRESENTAÇÃO DAS MÃES COM OS BATIZANDOS À COMUNIDADE
PADRE WILLAME E AGENTES DA PASTORAL DO BATISMO

APRESENTAÇÃO DAS MÃES COM OS BATIZANDOS À COMUNIDADE
PADRE WILLAME E AGENTES DA PASTORAL DO BATISMO

Havia no meu quintal um abacateiro que produzia pouquíssimos frutos.
Por acreditar que uma árvore frutífera precisa ser produtiva,
pedi a Deus que abençoasse aquele abacateiro permitindo-lhe frutificar bastante.
A florada aconteceu e o abacateiro se encheu de centenas de frutinhos.
Quando eles já estavam grandes, para surpresa minha, o galho central, com 69 abacates, quebrou.
Um outro galho também, por não suportar o peso, acabou caindo, levando tantos outros frutos.
Fiquei perplexo!
Deus havia permitido que o abacateiro ficasse recheado de frutos e logo depois quebrasse,
sem que eu os aproveitasse.
Por quê?
A resposta veio logo.
Nem sempre temos estrutura para suportar o tamanho da bênção que pedimos a Deus.
Por isso, muitas vezes precisamos esperar algum tempo para recebê-la.
Ela só virá quando nossa vida estiver profundamente enraizada no terreno fértil da fé
enrijecida pela leitura constante da Palavra de Deus, fortalecida pela seiva da oração
e produzindo os frutos abundantes da presença de Deus em nós.
Assim, na certeza de que a glória não é nossa, mas do Senhor Jesus, não sucumbiremos ao volume da bênção.

Oração: Querido Deus, fortalece nossa vida e ensina-nos a firmá-la nos Teus propósitos eternos, a fim de que,
submissos ao Teu querer, estejamos preparados para abençoar e ser abençoados. Em nome de Jesus. Amém.
Pensamento para o dia
Será que estamos preparados para receber a bênção que pedimos a Deus?
Pe. Helder

Em 1443, veio a Cássia para pregar a Quaresma, São Tiago de
Voltando ao convento, profundamente emocionada com o que ouvira, prostrou-se diante da imagem do crucifixo que se achava em uma capela interior, e suplicou ardentemente a Jesus que lhe concedesse participar de suas dores. E eis que um espinho se destacou da coroa do crucifixo, veio a ela e entrou tão profundamente em sua testa que a fez cair desmaiada e quase agonizante. Quando voltou a si, a ferida lá estava, atestando o doloroso prodígio.
Enquanto as chagas de São Francisco e de outros santos tinham a cor do sangue puro e não eram repugnantes, a de Rita se converteu numa ferida purulenta e fétida, de maneira que a pobre vítima, para não empestear a casa, teve de ser recolhida a uma cela distante, onde uma religiosa lhe levava o necessário para viver. Ela suportou a ferida durante 15 anos.
Em 1450 foi celebrado o jubileu em toda a Cristandade e como algumas irmãs estavam se preparando para ir a Roma, Rita manifestou um ardente desejo de as acompanhar, mas seu estado de saúde estava se agravando devido a ferida que o espinho havia deixado em sua testa.
Sendo assim as irmãs acharam que Rita não deveria ir, então ela pedindo a Deus para a ferida desaparecer foi mais uma vez atendida e conseguiu acompanhar as irmãs agostinianas a Roma, com grande proveito para sua alma. Mas logo que voltou da viagem a ferida reapareceu e também uma enfermidade incurável que lhe causava um grande sofrimento.
Incapaz de se alimentar, durante os últimos dias de sua vida Rita alimentava-se apenas da santa comunhão. Em meio as dores, que cruciavam seu corpo, ela conservava a alegria do espírito e um sorriso encantador brilhava constantemente em seu rosto.
No último período de sua vida, aconteceu um fato, que era a prova do carinho que Deus dispensava a sua Serva.
Durante um rigoroso inverno , pessoas de Roca Porena, descobriram na horta de Rita uma roseira coberta de lindas rosas e uma figueira com frutos maduros e saborosos. Rita, ficou feliz com esta maravilhosa notícia e sentiu-se profundamente consolExplicam esses fatos o piedoso costume de enfeitarem a imagem da Santa, particularmente no dia de sua Festa, com rosas, figos, cachos de uvas e abelhas. A Santa Igreja mesma parece querer perpetuar o milagre das rosas, aprovando a Bênção das Rosas que se faz no dia da Festa ou no dia 22 de cada mês, para alívio dos enfermos.
A doença da Santa estava cada dia piorando e as dores tinham se tornado insuportáveis. Com orações e santas aspirações ela se preparou para receber os sacramentos e entre expressões de amor a Jesus e Maria sua alma se libertou dos vínculos que a prendiam á terra. Finalmente, com 78 anos de idade e 40 de vida religiosa, faleceu Santa Rita em Cássia, no velho Convento das Agostinianas, no dia 22 de maio de 1457.
ORAÇÃO
Santa Rita por Deus muito amada, sede minha protetora, sede minha advogada e vinde em meu auxilio.
Rezar 1 Pai Nosso, 2 Ave-Marias, 2 Glória ao Pai.
Fazer o pedido.
Diante deste grande desafio, a figura materna , já tão importante para o equilíbrio da sociedade, deve ter a consciência de seu papel cada vez maior na formação e crescimento do indivíduo de forma saudável, agregando –lhe valores espirituais e éticos necessários à formação de uma sociedade que gere vida e paz.
Durante o momento litúrgico, como filhos obedientes à nossa Mãe Maria dedicamos a Ela a reza do terço e concluímos esse momento com a nossa consagração a mesma.


































