quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O Secretário Geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa, apresentou o tema da Campanha, “Fraternidade e a vida no planeta” e o lema “A criação geme como em dores de parto”.

“A Campanha da Fraternidade deste ano (2011), reflete a questão ecológica, com foco, sobretudo, no problema das mudanças climáticas. Ela se coloca em sintonia com uma cultura que está se expandindo cada vez mais, em todo o mundo, de respeito pelo meio ambiente e do lugar em que Deus nos coloca, não só para vivermos e convivermos, mas também para fazer deste o paraíso com o qual tanto sonhamos”, disse Dom Dimas.

Questionado se a escolha do lema “A criação geme como em dores de parto” foi feita em virtude das discussões acerca do aborto que ocorre neste período eleitoral, o presidente da CNBB disse que não e explicou o processo de definição dos temas da Campanha da Fraternidade. “Essa escolha (do tema da CF-2011) não se fez agora, no contexto das discussões do momento atual. A escolha do tema de 2012, inclusive, já foi definida. Esse processo acontece com dois anos de antecedência”, disse. “O tema Fraternidade e vida no planeta inclui a questão do aborto, mas não se esgota nisso”, acrescentou o arcebispo.

O secretário Executivo da Campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias, presenteou os jornalistas com um texto-base da Campanha, documento que aprofundada o tema proposto. “O objetivo da campanha é de contribuir para a conscientização das comunidades cristãs e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas, e motivá-las a participarem dos debates e ações que visam enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta”, declarou o padre.

A Campanha da Fraternidade terá início na Quarta-feira de Cinzas, 9 de março de 2011, e se estende por toda a Quaresma.


Fonte: CNBB

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

A MISSÃO DO CRISTÃO É SER: SAL DA TERRA E LUZ DO MUNDO


“Quanto custa um quilo de sal? R$0,70 – R$0,80 – R$0,90 – R$1,00… É o item mais barato de uma compra em um supermercado… Por que será que Jesus nos comparou com algo tão sem valor???…

Não, meus irmãos, Jesus nos comparou com o que havia de mais caro e sagrado naquela época. O sal era tão importante que servia como pagamento, todos os que trabalhavam recebiam no final do mês a sua cota de pagamento em sal, daí veio a palavra salário como recompensa por nosso trabalho. O sal era tão valioso que servia também como selo de pactos: quando alguém fazia um acordo ou um negócio ambos os negociantes colocavam uma pedra de sal na boca para provar que aquele acordo era sagrado.

Além disso, o sal sempre serviu para dar gosto aos alimentos e principalmente como conservante. Quando não havia geladeira e até mesmo nos dias de hoje, o sal era usado para salgar os alimentos e impedir que eles se estragassem antes do consumo, ou seja, era o elemento fundamental para evitar a corrupção, a podridão e a perda dos alimentos.

Esta é a importância da comparação: o Cristão deve dar sabor aos relacionamentos, à sua vida e de todos os que o rodeiam e principalmente deve ser o elemento que protege a família, os amigos e a sociedade da corrupção e do pecado. Através do seu exemplo e de sua vivência cristã, o católico deve ser o elemento que transforma o sabor da vida e que conserva em perfeito estado, sem pecado e sem corrupção as vidas de quem os rodeia, daqueles com quem convive em casa, no trabalho, no clube, na igreja e em todos os ambientes da sociedade.

O cristão deve ser fiel à sua missão e não pode perder

jamais sua função de sal da terra, pois assim como Jesus disse no evangelho: se o sal perder seu sabor, se ficar insosso não servirá para mais nada além de ser jogado à terra e ser pisado pelos homens. A força do católico vem da Palavra Sagrada do Evangelho e dos ensinamentos de Jesus: quando não se segue a palavra perde-se o sabor e a finalidade da vida, tornando-se inútil para a missão para a qual se foi destinado, e, acabará sendo jogado ao chão do mundo e pisado pelos inimigos da fé!


E quanto à Luz do Mundo??? O que é ser a Luz do Mundo??? Vocês já perceberam que todas as coisas ruins e a maioria dos pecados ocorre na escuridão? É na escuridão que agem os ladrões, é na escuridão que se cometem os maiores pecados!

Ninguém acende uma luz para escondê-la, a luz serve para clarear os caminhos e a vida das pessoas. Sem ela nós ficamos perdidos. Todos nós já passamos pela experiência de ficar sem luz, e, a nossa primeira reação quando a luz acaba de repente é sair de onde estamos e buscar uma vela, uma lanterna ou outra luz qualquer. Temos medo da escuridão pois ela representa perigo!

E quantas pessoas vivem em perigo constante por falta da nossa Luz? Quantos vivem na ignorância porque não vêem em nós o exemplo da fé, da alegria, da participação da caridade e do amor ao próximo? Até mesmo nossos filhos muitas vezes ficam perdidos porque não tem em nós o exemplo que devíamos dar? Nossa luz muitas vezes está apagada ou embaixo de alguma coisa que a impede de brilhar…

O maior pecado que a escuridão provoca é causado pela nossa falta de fé e por não seguirmos os passos de Jesus, e é a impossibilidade de vermos o irmão ao nosso lado. Na escuridão do egoísmo em que mergulhamos nós não conseguimos ver aqueles que realmente necessitam de nossa luz, do nosso exemplo de vida e de nossa força para viver.

Tanto pela Luz como pelo Sal, o cristão deve ser o que transforma, o que conseva, o que clareia, o que ensina, o que ajuda o irmão, o que participa ativamente da vida em comunidade, o que faz desse mundo um lugar melhor para se viver!

(Trecho da homilia de um jovem padre chamado Juarez Pedro de Castro)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Viver Pra Mim é Cristo



Senhor, preciso te dizer que é impossivel me esquecer
Que não estou só nesta batalha entre o bem e o mal
A cada nova experiência, eu Te glorifico mais
Te ter é a maior diferença em mim

Se
os bons combates eu não combater

Minha coroa não conquistarei
Se minha carreira eu não completar
De que vale a minha fé tanto guardar

Se perseguido aqui eu não for
Sinceramente um cristão não sou
A Tua glória quero conhecer
Ver a experiência de sobreviver...

Viver pra mim é Cristo, morrer pra mim é ganho
Não há outra questão, quando se é cristão
Não se para de lutar

Triunfarei sobre o mal, conquistarei troféus
Não há outra questão, quando se é cristão
Não se para de lutar até chegar ao céu

Se calarem o som da minha voz
Em silêncio estarei a orar
Se numa prisão me colocar
Eu vou Te adorar

Se minha família me trair
Eu vou sonhar com Deus
Viver seus planos isso é parte
De uma carreira de cristãos

(Part.Esp.:André Leonno)

Composição: Anderson Freire
Cantor: Padre Fábio de Melo

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

MISSA NA COMUNIDADE SANTA IZABEL

No dia 14 de janeiro de 2011 aconteceu a primeira missa do ano da comunidade santa Izabel, o local foi a praça Jonas Gomes de Freitas, mais conhecida como pracinha do North Shopping.
Contamos com as presenças do terço dos Homens, Irmãs do colégio Santa Izabel , das misionárias da comunidade Sant'Ana, seminaristas irmãos de Sant'Ana e funcionários do shopping responsável pela manutenção da praça, além das missionárias da Legião de Maria e da comunidade em geral.
A celebração foi presidida pelo Pe. Willame que ressaltou o aniversário da praça completando na data 16 anos de sua inauguração


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

As lições que aprendi com o lápis!

É tempo de escrevermos uma nova história

Certa vez, alguém, bem inspirado, disse que a vida é um eterno aprendizado, no qual os dias sempre surgem como a oportunidade de aprendermos novas lições. Nestes dias, por exemplo, tenho sido particularmente sugerido por alguns ensinamentos do lápis. Inicialmente, fiquei fascinado com uma frase de Madre Teresa de Calcutá, que olhando para sua vocação, conclui: “Não sou nada, senão um instrumento, um pequeno lápis nas mãos do meu Senhor, com o qual Ele escreve aquilo que deseja”. Quando me deparei diante desse fragmento, fiquei surpreso por encontrar tantas lições veladas em um simples objeto, lições importantes que, se bem aprendidas, nos sugerem uma gama de significados para a nossa vida, nossa história, nossa vocação.

Não gostaria de ser metódico ao discorrer sobre os ensinamentos apresentados pelo lápis, contudo, penso que inevitavelmente o serei, pelo desejo de juntos explorarmos sua riqueza, tal como o garimpeiro se dispõe quando encontra uma mina. Com o lápis aprendemos, primeiro: a lição da confiança e do abandono em Deus. Ele nos sugere que podemos fazer grandes coisas, mas não devemos nos esquecer de que existe uma Mão que guia nossos passos, uma Mão que deseja nos conduzir. É preciso nos submetermos a essa Mão, deixando-nos ser conduzidos e orientados por ela, ainda que não seja do modo como gostaríamos que fosse. Um lápis, sem uma mão que o tome e o oriente, não tem muito sentido.




A segunda lição: na vida da gente, depois de algum tempo tempo,precisamos ser apontados. Passar pelo apontador não deve ser muito agradável ao lápis, mas para que a ponta fique evidente e apropriada para a escrita, ele precisa se deixar cortar. E deixar-se "cortar na carne". É bem verdade que temos medo do "apontador", e isso acontece porque sabemos que afiar a ponta significa quase sempre cortar excessos, aparar o que está sobrando, tirar o que não precisamos mais, e isso é muito difícil, embora seja necessário para o nosso crescimento. A beleza escondida nessa lição nos leva a uma terceira: ao passar pelo apontador, o lápis foi cortado em sua parte externa, mas também em seu interior. O grafite também foi modelado, renovado. Passou por um processo educador, porque educar, ex-ducere,quer dizer, em latim, "evocar a verdade"; tirar, extrair, trazer para fora o novo. O que realmente importa no lápis, não é simplesmente a madeira ou seu aspecto externo, mas sobretudo, o grafite que está dentro. Para que a escrita fique perfeita, a ponta precisa ser feita por inteiro, daí a importância do cuidado com aquilo que acontece em nosso interior.


A quarta lição: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. A necessidade da borracha nos faz abandonar atitudes e vícios, nos faz mudar comportamentos, mentalidade, convicções... E nos faz olhar em outras direções, pedir perdão, voltar atrás, recomeçar, superar o egoísmo e a autossuficiência. É interessante como, de um modo admirável, o lápis nos ensina a necessidade que temos da "borracha" quando estamos diante do erro.

Finalmente, a quinta lição é que o lápis sempre deixa uma marca. Tudo o que fazemos, de algum modo, marca as pessoas, e marca, sobretudo, nós mesmos. A qualidade dessas marcas sempre resulta das escolhas que fazemos diante daquelas outras lições. É preciso deixar as boas marcas para as quais o lápis foi gerado. Se ainda não as [boas marcas] deixamos, é tempo de recomeçar. É tempo de escrevermos uma nova história. É preciso, tal como o lápis, nos abandonarmos. O tempo é agora. O tempo é neste dia que se chama HOJE. Um Bom Mestre está sentado à mesa e à Sua frente há um lápis, um apontador, uma borracha e uma folha em branco assinada. Ele olha para a folha, toma o lápis em Sua Mão e concorda com Santo Agostinho dizendo:“Ter fé, isto é, se abandonar, é assinar uma folha em branco e deixar que Deus escreva nela com o lápis da nossa vida o que quiser”.


Fonte: Canção Nova