terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

DAI-ME SENHOR!



Senhor,
quando eu tiver fome, dai-me alguém que necessita de comida;
quando tiver sede, dai-me alguém que precise de água;
quando tiver frio, dai-me alguém que necessite de calor.
Quando tiver um aborrecimento, dai-me alguém que necessite de consolo;
quando minha cruz parecer pesada, dai-me compartilhar a cruz do outro;
quando me achar pobre, ponde a meu lado alguém necessitado.
quando não tiver tempo, dai-me alguém que precise de alguns dos meus minutos;
quando sofrer humilhação dai-me ocasião para elogiar alguém;
quando estiver desanimada, dai-me alguém para lhe dar novo ânimo.
quando sentir necessidade da compreensão dos outros, dai-me alguém que necessite da minha;
quando sentir necessidade de que cuidem de mim, dai-me alguém que eu tenha de atender;
quando pensar em mim mesma, voltai minha atenção para outra pessoa.
Tornai-nos dignos, Senhor, de servir nossos irmãos que vivem e morrem pobres e com fome no mundo de hoje.
Dai-lhes, através de nossas mãos, o pão de cada dia, e dai-lhes, graças ao nosso amor compassivo, a paz e a alegria.

Autora: Madre Teresa de Calcutá




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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

PÁSCOA É PASSAGEM É TRANSFORMAÇÃO.






A TRADICIONAL MISSA DO DOMINGO DE RAMOS:

A celebração dá início ás liturgias da Semana Santa e relembra a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, sendo aclamado pelos judeus. Esta data é comemorada por católicos do mundo inteiro, com missas e procissões em várias paróquias e igrejas.
O Domingo de Ramos abre a Semana Santa, com a lembrança da entrada de Jesus em Jerusalém. Neste dia, a igreja recorda os louvores da multidão que cobriram os caminhos para a passagem de Jesus, com ramos proclamando: ”Hosana ao filho de David. Bendito o que vem em nome do Senhor” (Lc 19,38 - Mt 21,9).
“Com esse gesto, os cristãos de hoje manifestam sua fé em Jesus como Rei e Senhor.” OS RAMOS SÃO O SÍMBOLO DA PAZ E DO MARTÍRIO VIVENCIADOS POR JESUS CRISTO. Eles são utilizados durante o ano para a produção da cinza utilizada na Quarta de Cinzas.
Na celebração de Ramos, a Igreja proclama dois evangelhos: o primeiro, que narra a entrada festiva de Jesus em Jerusalém; e o Evangelho da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, onde são relatados os acontecimentos do julgamento à morte de Cristo.

SIMBOLOGIA DA “PALMEIRA”

A palmeira na BÍBLIA é sinal de prosperidade, ”Eis que como a palmeira brota o justo” (Sl.92.13); e de sabedoria, “Cresci alto como a palmeira de Engadi” (Eclo. 24.14). Os ramos eram levados em sinal de vitória nos cortejos romanos vencedores. Após a época das perseguições aos cristãos é que a palmeira se transformou em sinal de martírio e da vitória da fé. O Domingo de Ramos era conhecido com os latinos de”Pascha Floridum”, que significa “Dia das Flores “. Como acontece ainda hoje em algumas localidades, abençoam-se palmas, ramos de árvores ornados com flores para saudar Jesus durante a procissão de ramos. Seu ramo simboliza você, que é parte da videira, árvore que representa Jesus. Depois da cerimônia, os ramos são queimados para serem usados na Quarta-Feira de Cinzas do próximo ano.

O DISCÍPULO DE CRISTO SE DOA POR AMOR

A nossa sociedade é marcada, sobretudo, pelo consumismo. Ao falar da festa da Páscoa, apresenta-nos um tempo para consumir, para presentear, buscando uma felicidade momentânea, incapaz de satisfazer os desejos profundos do coração humano. Páscoa significa passagem de uma vida centrada em meu próprio ego para uma vida de solidariedade para com os irmãos mais sofridos e abandonados.
Quando somos capazes de fazer essa passagem do eu para o nós, do particular para o comunitário, estamos já experimentando a força da Páscoa, a força do Ressuscitado em nossa vida. Os cristãos batizados celebram a Páscoa com este sentimento: Cristo se doou totalmente por amor, também o discípulo de Cristo faz a mesma experiência.
Somos, com Cristo ressuscitado, novas criaturas, porque estamos cheios da luz da sua ressurreição. Mesmo no perigo de sermos de novo infectados pelas misérias antigas, somos conscientes de nossa capacidade de superarmos, darmos um passo seguro, porque no centro de nossa nova existência está o Cordeiro imolado, pois nele encontramos definitivamente a razão de nossa existência. Sobre esta necessidade de estarmos permanentemente com Cristo, Bento XVI, assim se expressou na celebração da Páscoa de 2007, palavras sempre válidas, que aqui repetimos: -Palavra e Pão da Eucaristia, mistério e dom da Páscoa, permanecem ao longo dos séculos como memória perene da paixão, morte e ressurreição de Cristo!




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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

"A PASTORAL FAMILIAR INFORMA:"




De 1º a 30 de março de 2010, a PASTORAL FAMILIAR, estará estudando com as comunidades, o livrinho da Campanha da Fraternidade 2010, Cujo tema é:
“ECONOMIA E VIDA.”
Participe deste momento forte de evangelização. Procure o coordenador de sua comunidade e informe-se sobre os dias de encontros e a programação. Convidamos a todos: (casais, jovens, solteiros (as), viúvos (as), pessoas sós...). Divulgue! venha e traga mais um! Não perca estes encontros de forte comunhão fraterna.
Se você deseja contribuir com os seus dons na realização deste momento ou mesmo se deseja engajar na Pastoral Familiar, procure-nos através da Secretaria da Paróquia. Será muito bem vindo!
A COORDENAÇÃO.


" Acreditar na FAMÍLIA é acreditar no FUTURO "






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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

CONVOCAÇÃO GERAL: NÃO PERCA!

APROFUNDAMENTO DA
CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2010

Dia 26 de fevereiro, às 19:30h, no Pátio da Paróquia.

Assessora: Mônica Pimentel, assessora da CNBB;

Objetivo: conhecer as linhas gerais do texto-base da CF
e propor uma reflexão sobre a Economia e a Vida.

Público-alvo: AGENTES DE PASTORAL, ECC, TERÇO DOS HOMENS, JOVENS E COMUNIDADES EM GERAL.

PARTICIPE, DIVULGUE, COMPROMETA-SE!
VENHA E TRAGA MAIS UM!





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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O que é a Campanha da Fraternidade?



O percurso da Quaresma é acompanhado pela realização da Campanha da Fraternidade – a maior campanha da solidariedade do mundo cristão. Cada ano é contemplado um tema urgente e necessário.
A Campanha da Fraternidade é uma atividade ampla de evangelização que ajuda os cristãos e as pessoas de boa vontade a concretizarem, na prática, a transformação da sociedade a partir de um problema específico, que exige a participação de todos na sua solução. Ela tornou-se tão especial por provocar a renovação da vida da igreja e ao mesmo tempo resolver problemas reais.
Seus objetivos permanentes são: despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum; educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor: exigência central do Evangelho. Renovar a consciência da responsabilidade de todos na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária.
Os temas escolhidos são sempre aspectos da realidade sócio-econômico-política do país, marcada pela injustiça, pela exclusão, por índices sempre mais altos de miséria. Os problemas que a Campanha visa ajudar a resolver, se encontram com a fraternidade ferida, e a fé, tem o compromisso de restabelecê-la. A partir do início dos encontros nacionais sobre a CF, em 1971, a escolha de seus temas vem tendo sempre mais ampla participação dos 16 Regionais da CNBB que recolhem sugestões das Dioceses e estas das paróquias e comunidades.
Como começou a Campanha da Fraternidade?
Em 1961, três padres responsáveis pela Cáritas Brasileira idealizaram uma campanha para arrecadar fundos para as atividades assistenciais e promocionais da instituição e torná-la autônoma financeiramente. A atividade foi chamada Campanha da Fraternidade e realizada pela primeira vez na quaresma de 1962, em Natal-RN, com adesão de outras três Dioceses e apoio financeiro dos Bispos norte-americanos. No ano seguinte, 16 Dioceses do Nordeste realizaram a campanha. Não teve êxito financeiro, mas foi o embrião de um projeto anual dos Organismos Nacionais da CNBB e das Igrejas Particulares no Brasil, realizado à luz e na perspectiva das Diretrizes Gerais da Ação Pastoral (Evangelizadora) da Igreja em nosso País.
Este projeto se tornou nacional no dia 26 de dezembro de 1963, com uma resolução do Concílio Vaticano II, a maior e mais importante reunião da igreja católica. O projeto realizou-se pela primeira vez na quaresma de 1964. Ao longo de quatro anos seguidos, por um período extenso em cada um, os Bispos ficaram hospedados na mesma casa, em Roma, participando das sessões do Concílio e de diversos momentos de reunião, estudo, troca de experiências. Nesse contexto, nasceu e cresceu a Campanha da Fraternidade.
Qual é a relação entre Campanha da Fraternidade e a Quaresma?
A Campanha da Fraternidade é um instrumento para desenvolver o espírito quaresmal de conversão e renovação interior a partir da realização da ação comunitária, que para os católicos, é a verdadeira penitência que Deus quer em preparação da Páscoa. Ela ajuda na tarefa de colocar em prática a caridade e ajuda ao próximo. É um modo criativo de concretizar o exercício pastoral de conjunto, visando a transformação das injustiças sociais.
Desta forma, a Campanha da Fraternidade é maneira que a Igreja no Brasil celebra a quaresma em preparação à Páscoa. Ela dá ao tempo quaresmal uma dimensão histórica, humana, encarnada e principalmente comprometida com as questões específicas de nosso povo, como atividade essencial ligada à Páscoa do Senhor.


Fonte: CNBB



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